Quem pode participar e a contrapartida por porte
O Mais Inovação Brasil Tecnologias Digitais tem público largo. Aceita empresas de todos os portes, da microempresa e da EPP à grande empresa, desde que o projeto tenha parceria obrigatória com uma instituição de ciência e tecnologia. Ficam de fora o MEI, o empresário individual, a pessoa jurídica sem fins lucrativos e a empresa em recuperação judicial ou falência.
A contrapartida da empresa varia por porte e pelo tipo de arranjo, o simples ou o em rede. A tabela mostra o percentual do valor da proposta que a empresa coloca do próprio caixa em cada caso. Tecnologias Digitais: contrapartida por porte e por arranjo
| Porte da empresa | Arranjo Simples | Arranjo em Rede |
|---|---|---|
| ME e EPP | 5% | não se aplica |
| Pequena | 10% | não se aplica |
| Média I | 30% | 15% |
| Média II | 40% | 20% |
| Grande | 50% | 25% |
O que a tabela diz para o caixa é direto. O arranjo em rede corta pela metade a contrapartida das empresas de médio e grande porte, então a Média I sai de 30% para 15%, a Média II de 40% para 20% e a Grande de 50% para 25%. A microempresa, a EPP e a pequena entram apenas no arranjo simples, com a menor exigência. A escolha do arranjo muda quanto a empresa precisa colocar do próprio bolso, e é decisão de estruturação, não só de tese.
Há ainda um filtro técnico que define o projeto. O edital financia projetos entre o TRL 3 e o TRL 8, e o projeto que pretende chegar ao TRL 8 precisa começar entre o TRL 3 e o TRL 6. Enquadrar o ponto de partida na faixa certa é o que evita a proposta ser indeferida antes do mérito.
Este conteúdo é informativo e não substitui análise de elegibilidade. As condições da chamada podem mudar, e o edital oficial da Finep prevalece sobre qualquer resumo. Para valores, prazos, contrapartida e regras de arranjo, consulte as fontes oficiais da Finep. Para ver o conjunto de oportunidades do tema, veja os editais de financiamento e subvenção econômica para inovação.