Perguntas Frequentes
É a Rodada 2 do Finep Mais Inovação Brasil, uma seleção pública em fluxo contínuo que oferece recursos não reembolsáveis (subvenção econômica) para empresas brasileiras desenvolverem produtos ou processos inovadores em tecnologia digital. O foco é soberania tecnológica nacional, com alinhamento ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA).
Empresas brasileiras com fins lucrativos, com atividade operacional comprovada nos últimos 12 meses e objeto social compatível com a linha temática escolhida. A parceria com pelo menos uma ICT independente é obrigatória. Não são elegíveis: MEI, empresário individual, pessoas jurídicas sem fins lucrativos, empresas em recuperação judicial ou com pedido de falência, e atividades da lista de exclusão da Finep.
No Arranjo Simples, sua empresa é a proponente com pelo menos uma ICT independente, e o projeto fica entre R$ 5 e R$ 25 milhões. No Arranjo em Rede, entram a proponente, no mínimo duas coexecutoras e ao menos uma ICT independente, com pelo menos 5% do valor destinado à ICT e ao menos um participante com receita operacional bruta igual ou maior que R$ 16 milhões. Nesse formato o projeto vai de R$ 5 a R$ 40 milhões.
São seis linhas temáticas, e o projeto precisa aderir a uma delas: 1) Pilha de Inteligência Artificial Nacional (plataformas, ferramentas, software de sistema e infraestrutura de IA e HPC); 2) GPU Clouds (plataformas e hardware como serviço para processamento de IA); 3) Robótica Avançada com IA (robôs com inteligência embarcada para indústria e saúde); 4) IA para Proteção Digital de Crianças e Adolescentes (detecção e mitigação de riscos online, em linha com a Lei 15.211/2025); 5) Tecnologias Quânticas (computação, comunicação, sensores e materiais quânticos); 6) Modelos de IA Generativa em português brasileiro, preferencialmente em código aberto.
Desenvolvimento e aprimoramento de produtos ou processos, prototipagem e lotes piloto, ensaios e certificação, patenteamento, serviços de consultoria (rubrica exclusiva dos pagamentos à ICT), pagamento de pessoal vinculado à empresa e diárias, tudo dentro dos limites da tabela oficial da Finep. Ficam de fora bolsas, pró-labore e PLR.
A aprovação depende de um projeto com risco tecnológico real, aderência à linha temática, parceria consistente com a ICT e demonstração clara de impacto. A avaliação tem etapa eliminatória de habilitação (elegibilidade e capacidade financeira) antes da análise de mérito. Uma consultoria especializada estrutura o arranjo, ajusta o TRL e eleva a nota do projeto.
As propostas vão até 30 de setembro de 2026, às 17h (horário de Brasília), em fluxo contínuo. A avaliação é por ordem de chegada e a seleção pode ser encerrada quando os recursos se esgotarem. Quanto antes o projeto estiver pronto, melhor a posição na fila.



















